Onde posso ser eu mesma.

Sábado, 13 de Dezembro de 2008

No passado fim de semana só me aconteceu foram "desastres"!!

 

Sábado à noite, depois de uma noite de serviço, finalmente consegui sair com as minhas meninas!! Foi tão bom estar com elas, contar as novidades, rir, brincar... Pois bem, para começar no trabalho quase que ia sido agredida fisicamente por uma cliente por me ter recusado vender-lhe um antibiótico (que é sujeito a receita médica) porque a senhora achava que era isso que lhe ia tirar a tosse que tinha...

Finalmente lá chegaram as 22h e a hora de eu sair do estaminé! Lá vou eu toda contente ter com as raparigas. Cheguei ao destino, estaciona-se o carro... saio do carro, mas como estava escuro, não olhei para o chão. Ora no dito cujo estava um enorme buraco... escusado será dizer que cai estatelada no meio do chão!! O meu namorado só perguntava por mim, onde é que eu estava e eu estendida no meu do chão!! Bem, com essa aterragem ganhei 1 nódoa roxa num dos joelhos e uma enorme no braço, porque ao cair bati no espelho retrovisor do carro!lol

 

Domingo, dia de ir às compras, acordei com uma tosse infernal e à tarde já estava a ficar rouca.

 

Segunda, como foi feriado nacional, fomos passear a Lisboa. Pois bem, fomos visitar o palácio de Queluz, monumento que aconselho vivamente. Assim que entrei nos jardins do palácio, comecei a ficar tonta, a perder as forças no corpo.. e só tive tempo de me agarrar ao meu namorado... tive uma quebra de tensão... (entretanto a minha tosse aumentava).

Ao fim do dia, carreguei de febre, estava mesmo doente, cheia de frio, dor de cabeça, andei o dia todo meio tonta, enfim..

 

Terça lá me enchi de coragem e fui ao médico, cheguei lá, fui chamada a sala de triagem, e assim que me mediram a febre deram-me logo uma pulseirinha laranja, tinha 39.5 de febre!! Depois de ter sido vista pelo médico o diagnóstico foi: gripe!!

 

Isto é preciso ter cá um azar...

 

sinto-me: doente, azarada
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publicado por averdadeiraeu às 18:31
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Escreve-me! Ainda que seja só

Uma palavra, uma palavra apenas,

Suave como o teu nome e casta

Como um perfume casto d’açucenas!

 

Escreve-me! Há tanto, há tanto tempo

Que te não vejo, Amor! Meu coração

Morreu já, e no mundo aos pobres mortos

Ninguém nega uma frase d’oração!

 

«Amo-te!» cinco letras pequeninas,

Folhas leves e ternas de boninas,

Um poema d’amor e felicidade!

 

Não queres mandar-me esta palavra apenas?

Olha, manda então… brandas… serenas…

Cinco pétalas roxas de saudade…

 

Florbela Espanca

 

sinto-me: doentinha
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publicado por averdadeiraeu às 18:27
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